ARTISTAS
MÁXIMO HERNÁNDEZ





Natural de Béjar na Espanha, imigrou para o Brasil quando tinha apenas 5 anos de idade. Foi a primeira de muitas viagens que faria acompanhado por sua grande paixão, a fotografia.
Com a sua câmera, registra imagens da natureza e de outras culturas. Privilegia, na natureza, lugares ainda pouco tocados pelo homem onde os animais estão no seu habitat natural e as grandes paisagens só "cabem" em fotos panorâmicas. Em outras culturas capta elementos característicos que as diferenciem aos nossos olhos.
Concluiu a sua formação acadêmica em 2014 no curso de fotografia da Escola Panamericana, mas antes disso, desde 2005, registra fotograficamente as suas viagens.
Nesses anos captou em fotos a beleza de inúmeros lugares ao redor do mundo: Antártica, Índia, Ilha de Páscoa, Jordânia, Marrocos, Madagascar, desertos e “salares" sul americanos, savana e selva africana, etc.
Exposições coletivas:
2021/2022 - dez./jan. - Itália em Cores - Restaurante Così - São Paulo, Brasil
2021/2022 - dez./jan. - Av. Paulista 130 anos - Casa Odisséia - São Paulo, Brasil
2021 - nov./dez. - Oito Sentidos - Galeria VerArte - São Paulo, Brasil
2020 - jan./mar. - Pinacoteca Benedito Calixto - Santos, Brasil
2020 - nov. - Deslocamentos (virtual) - Festival de Fotografia de Tiradentes - Site Foto em Pauta
2020 - set. - Patagônia Chilena - Estação Paulista do Metrô - São Paulo, Brasil
2020 - jun. - Máximo Hernández: O Fotógrafo Que Transforma Viagens em Arte (virtual) - Linha da Cultura do Metrô de São Paulo, site do Metrô de São Paulo
2020 - jan./mar. - Oito Sentidos - Pinacoteca Benedito Calixto - Santos, Brasil
2019 - set. - Recortes - Festival Internacional de Fotografia de Paraty - Paraty, Brasil
2019 - set./out. - Exposição Coletiva - Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - São Paulo, Brasil
2019 - abr./mai. - Respira SP 2019 - Diálogos - Casa das Rosas - São Paulo, Brasil
2019 - jan. - Brazilian Photography Exhibition - The White Majlis Gallery - Doha, Catar
2018 - dez. - Connections - Art 1 New Gallery - Jacarta, Indonésia
2018 - abr. - Immage Festival Amman - Instituto Cervantes - Amã, Jordânia
2018 - mar./abr. - BR Visual Storytelling - BlueArt Gallery - Berlim, Alemanha
2018 - jan. - New Flights - Art Hub - Dubai, Emirados Árabes Unidos
2017 - jul. - More than one Possibility - 212 Bowery St - Nova York, EUA
2017 - mar./abr. - Photo Exhibition Montréal São Paulo - Galeria Olido - São Paulo, Brasil
2017 - jul. - Art Lounge - MTL - Montreal, Canadá
2016 - nov./fev. - O Fotógrafo Viajante - Museu dos Correios - Brasília, Brasil
2016 - jun. - Poemas ao Vento - Espaço Cultural Conjunto Nacional - São Paulo, Brasil
2016 - jan. - Bodrum Beach - Bodrum, Turquia
Atuou como palestrante na 5ª Semana de Fotografia no Senac Santo Amaro em 2023.
O fotografo Máximo Hernández é representada pela Galeria VerArte desde 2019.
Participou dos projetos:
2022 - fev. - Exposições em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna de 22 - São Paulo, Brasil
2022 - set. - Ciclo de exposições em comemoração ao Bicentenário da Independência do Brasil - São Paulo, Brasil
2022 - dez. - Segunda etapa de exposições em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna de 22 - Rio de Janeiro, Brasil
2023 - jan. - São Paulo 469 anos - São Paulo, Brasil
2024 - jan. - São Paulo 470 anos - São Paulo, Brasil
2025 - jan. - São Paulo 471 anos - São Paulo, Brasil
2024 - Participação no livro “São Paulo 470 anos”
2025 - Participação no livro “São Paulo 471 anos”





EXPOSIÇÃO PERU - ARQUITETURA E CULTURA - POR MÁXIMO HERNÁNDEZ
“Foi minha primeira viagem ao Peru, e minhas expectativas eram altas, principalmente porque ia visitar a região de Cusco. Mas o que vivi, vi e fotografei superou muito as minhas expectativas.
Não se trata só de beleza, mas da abundância de coisas diferentes e belas. A natureza rica e diversa, as cidades incas, as suas tradições que duram até hoje, a cultura resultante, a música, a dança, a comida, a bela e rica arquitetura hispânica que se vê em Cusco.
A natureza, deslumbrante nas vistas desde o Palcoyo, no Vale Sagrado e nas montanhas da trilha inca. Os sítios arqueológicos incas, dos quais o mais conhecido é Machu Picchu, mas há também Pisac, Moray e muitos outros. A Plaza de Armas, com seus portais, a Catedral e a Igreja da Companhia de Jesus, marcos da arquitetura colonial espanhola.
Muitas dessas coisas são de tirar o fôlego, mas o mais espetacular foi ver as tradições incas vivas: as comemorações do Inti Raymi, a Festa do Sol dos incas, e os desfiles dos dois dias que a antecedem. São tradição pura com música, dança, roupas coloridas tradicionais e até a representação em quéchua de cerimônias incas.
Minhas palavras não conseguem descrever, minhas imagens vão te aproximar um pouco, mas se quer conhecer de verdade, só indo lá e vivendo Cusco e o Peru. Se for vai se apaixonar.” - Máximo Hernández
CURADORA VERA SIMÕES
Conjunto Nacional, Avenida Paulista - São Paulo, SP - 23 de junho a 20 de julho/ 2025
UNILA, Campus Integração - Foz do Iguaçu, PR - 26 de julho a 18 de agosto/ 2025
Mercado Público Barrageiro - Foz do Iguaçu, PR - 21 de agosto a 14 de setembro/ 2025
UNIOESTE, Biblioteca Central, Campus de Cascavel - Cascavel, PR -16 de setembro a 26 de outubro/ 2025
Museu Histórico Willy Barth - Toledo, PR - 28 de outubro a 06 de dezembro/ 2025





A exposição Peru – Arquitetura e Cultura, do fotógrafo Máximo Hernández e curadoria de Vera Simões, teve sua primeira exibição em São Paulo, instalada no térreo do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista. Em cartaz por aproximadamente um mês, a mostra reuniu 15 totens frente e verso com fotografias e textos que apresentam a experiência do fotógrafo em sua viagem ao Peru. Ao longo desse período, duas visitas guiadas conduzidas por Máximo Hernández permitiram ao público conhecer melhor a cultura e a história do país.
Organizada em cinco núcleos temáticos, a exposição percorreu desde a imponência de Machu Picchu e o percurso da Trilha Inca, até as cores vibrantes de Palcoyo, a Montanha Colorida. Também apresentou o Inti Raymi, a tradicional Festa do Sol celebrada em Cusco; destacou a diversidade dos sítios arqueológicos incas, como Moray, Pisac e as salinas de Maras; e por fim, trouxe uma perspectiva sobre Cusco, antiga capital do império, onde as heranças arquitetônicas inca e colonial se integram harmoniosamente.
Após sua exibição em São Paulo, a exposição Peru – Arquitetura e Cultura seguiu para Foz do Iguaçu, a convite da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Criada em 2010, a UNILA é uma instituição pública vinculada ao Ministério da Educação, com campus em Foz do Iguaçu e foco na integração regional latino-americana, reunindo estudantes de diversos países e incentivando o intercâmbio de saberes, culturas e experiências. A itinerância no Paraná começou no Campus Integração da UNILA, como parte da programação do VI Festival Peruano: Entre Apus y Estrellas, em celebração à Independência do Peru. Durante sua permanência na universidade, a exposição contou com visitas guiadas, saída fotográfica e uma mesa-redonda com Máximo Hernández e convidados.
Ainda em Foz do Iguaçu, a mostra esteve em cartaz no Mercado Público Barrageiro, espaço que conecta cultura, gastronomia e economia local. Com foco na valorização das tradições e na preservação da memória afetiva da cidade, o mercado abriga iniciativas que fortalecem a identidade regional. Barrageiro é bem mais do que um mercado: é um ponto de encontro, de conexão e de experiências que remetem à história única e plural de Foz do Iguaçu.
Na sequência, a exposição chegou à cidade de Cascavel, sendo instalada na Biblioteca Central da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Com campus distribuídos por diversas cidades do oeste paranaense, a UNIOESTE se destaca pelo compromisso com a formação acadêmica e o desenvolvimento regional. A mostra ofereceu ao público a oportunidade de se conectar, por meio das fotografias de Máximo Hernández, à riqueza arquitetônica e cultural do Peru.
Encerrando o circuito da itinerância, a exposição chegou à cidade de Toledo, onde passou a ocupar o Museu Histórico Willy Barth. Localizado em um dos principais pontos culturais do município, o museu é dedicado à preservação da memória do estado, reunindo acervos que retratam desde o processo de colonização até o desenvolvimento urbano, social e econômico da região. Reconhecido por suas ações educativas e iniciativas culturais, o espaço promove a aproximação da comunidade com sua própria história e identidade. Nesse ambiente de forte valor patrimonial, a exposição Peru – Arquitetura e Cultura concluiu seu percurso.





A exposição Peru – Arquitetura e Cultura, do fotógrafo Máximo Hernández e curadoria de Vera Simões, percorreu cinco importantes localizações em diferentes cidades de dois estados brasileiros, passando por São Paulo (SP), Foz do Iguaçu (PR), Cascavel (PR) e Toledo (PR). Durante todas as etapas, a Galeria VerArte estabeleceu parcerias com importantes instituições de ensino e espaços culturais, como o Conjunto Nacional, a UNILA, o Mercado Público Barrageiro, a UNIOESTE e o Museu Histórico Willy Barth. Cada etapa da exposição proporcionou ao público contato com a riqueza arquitetônica e cultural do Peru por meio de fotografias, textos e atividades complementares. A diversidade de locais e o envolvimento das instituições parceiras permitiram ao público conhecer e se aproximar da diversidade cultural e arquitetônica do Peru.





ETIÓPIA l - POR MÁXIMO HERNÁNDEZ
“Uma das coisas que mais me atrai, como fotógrafo, é a possibilidade de registrar culturas muito diferentes da nossa.
A Etiópia foi uma grande e linda surpresa, pela variedade de possibilidades que apresenta. Talvez pela sua grande extensão territorial ou por sua história que volta no tempo até a lendária Rainha de Sabá no século X antes de Cristo. No norte do país pude registrar o Tim Kat, no qual inúmeros fiéis se jogam na piscina de água benta em Gondar. Em Lalibela conheci, entre outras, a famosa igreja de São Jorge, escavada na rocha no século XII. No sudeste do país, nas proximidades do vale do rio Omo, surpreende a beleza e espontaneidade das tribos que aí habitam e que ainda mantém muitos de seus costumes ancestrais. Enfim, a Etiópia, com a sua religião, cultura, natureza e história é um país fantástico para se conhecer e repleto de oportunidades para um fotógrafo.” - Máximo Hernández
CURADORA VERA SIMÕES
Estação Paulista, Linha 4 Amarela da ViaQuatro
04 a 30 de abril/ 2023





ETIÓPIA ll - POR MÁXIMO HERNÁNDEZ
“A primeira coisa que me atraiu na Etiópia foram as imagens que vi de suas igrejas escavadas na rocha, na cidade de Llibela. Foi o que bastou para, com mais um pouco de pesquisa, eu decidir que queria conhecer a Etiópia. A realidade superou em muito a minha expectativa. Além das belas igrejas escavadas o país tem uma natureza linda, mostrada nesta série através do vulcão Erta Ale, pela estrada de sal, pelas formações de enxofre em Dalol e até pela incomum foto de uma miragem. Coroando tudo isso, ao sudoeste do país, próximo ao vale do rio Omo é possível conhecer as tribos que aí habitam e ainda mantém muitos de seus costumes e forma de viver de seus ancestrais. A Etiópia, com sua diversidade cultural, sua forte religiosidade e sua natureza esplendorosa é um país fantástico para se conhecer e, sem dúvida um paraíso para se fotografar.” - Máximo Hernández
CURADORA VERA SIMÕES
Estação Adolfo Pinheiro, Linha 5 Lilás da ViaMobilidade
04 a 30 de abril/ 2023





ETIÓPIA lll - POR MÁXIMO HERNÁNDEZ
“Fotografar a Etiópia foi uma experiência daquelas que se guardam para toda a vida. Tive a oportunidade de conhecer gente, cultura e natureza muito distintos dos que estou acostumado a conviver ou ver. Nesta série mostro um pouco da sua bela natureza, da sua cultura e até do dia a dia como o mercado de grãos e as meninas indo para a escola e acenando alegremente. Mas o forte desta série são as tribos que tive oportunidade de conhecer: Hamer, Omorate, Arbore e Konso. Cada uma mantendo ainda grande parte de sua forma de viver e de suas tradições ancestrais. Acredito que essas imagens, mostrando as moradias, as vestimentas, a força dos seus rostos e o sorriso de crianças consigam transmitir um pouco do que senti estando lá. A beleza e riqueza cultural da Etiópia me pareceram intermináveis, ficando a vontade de conhecer mais deste fantástico país.” - Máximo Hernández
CURADORA VERA SIMÕES
Estação Jardim Silveira, Linha 8 Diamante da ViaMobilidade
04 a 30 de abril/ 2023
